Famílias nas quais os filhotes estão crescidos são aquelas em que a presença dos animais é mais comum, revela a pesquisa Radar Pet, encomendada pelo Sindicato Nacional da Industria de Proteção para a Saúde Animal, que avalia o perfil e o comportamento de donos de bichos no Brasil.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Do que o bicho precisa
De acordo com a legislação municipal, cada residência pode ter, no máximo, dez animais, entre cães e gatos. Para alcançar esse limite, contudo, é preciso que a casa preencha alguns requisitos: ter iluminação solar e reservar um espaço mínimo para cada bicho.
“É importante que o animal tenha pelo menos 3 m² para que ele possa se exercitar”, explica Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonose de São Paulo.
Outra condição importante é assegurar-lhe boa alimentação, água e cuidados veterinários. “Nem sempre pegar todos os animais que encontramos na rua é uma boa solução.”
Coração frágil e apaixonado
Foram justamente os maus-tratos que fizeram Elizabeth Villas Boa Rodrigues, 58, a adotar Luana, com pelo acinzentado e porte imponente, a fila brasileira tem dificuldade para andar desde que seu antigo dono a atropelou na garagem de casa, depois do acidente, ele rejeitou a cadela, e foi parar nas mãos de Elizabeth, que se diz um “cachorreira” convicta. Elizabeth mora com seus oito cães na Serra da Cantareira, em uma casa cercada por limoeiros e uma jabuticabeira, a professora vive na companhia das filhas, Caroline, 29, e Carine, 27. Todos os cães abandonados pelo primeiro dono, “nunca comprei cachorro. Sempre pego de alguém que não quer mais e geralmente são adultos.”.
Uma atitude aprovada por Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses. “Na hora de adotar, as pessoas preferem os filhotes, mas ás vezes, é mais fácil optar por um cão adulto, de quem já se conhece a personalidade, os hábitos.”
Foi assim com Fly, uma sheepdog de dez anos que foi dispensada pelo criador quando se tornou estéril. “Chegou magra e toda pintada de tinta. Em nada parecida com a cadela peluda, que hoje desfila pela sala de lencinho vermelho no pescoço.”.
É melhor adotar do que abandonar
É melhor adotar do que abandonar
O casarão dos pets é habitado por Eugenio César Almada Santos, 49, e seus 20 cães e 2 gatos na casa de 900m², um funcionário só para cuidar dos animais, cerca de 100 kg de ração por mês.
“Logo pela manha, ela já estava lá. Plantada á beira do portão. No fim da tarde, era a mesma coisa. Rondava a entrada, espiava de longe e depois se aproximava para me saudar.” O ritual se repetiu por um ano. Todos os dias sem descanso esperava o retorno do medico. “Ela me cumprimentava como se eu fosse o seu dono.” Eugenio não conseguiu resistir ao “charme” da cadelinha, mas um dia sucumbiu aos apelos e sabe-se lá o porque, colocou a recém batizada Cicala (cigarra, em italiano) para dentro de seu casarão.
No novo lar, cadelinha teve que aprender a dividir seu espaço com, oito fox terrier brasileiro, dói welsh corg e outros oito cachorros sem raça definida. Os entrevistadores ou visitas já são avisados por Eugenio: “pode entrar que a casa é deles”. Não se trata de frase feita, mas algumas horas na companhia dos cães, o entrevistador percebe quem realmente manda os 20 cães.
Eugenio não é um simples dono de animais de estimação, mas o representante de uma categoria de apaixonados, gente capaz de devotar a maior parte do tempo, do espaço e da renda aos cuidados com seus animais.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Abandonar não é soluçao
A solução não é abandonar um cachorro, mas sim educá-lo, pois não transforme um problema a mais grata companhia, que mesmo se você estiver bravo, estressado ou algo do tipo, ele vem correndo para agradá-lo, e mesmo se você o bater, ele vai continuar sendo fiel com seu dono, como se nada houvesse ocorrido. Uma verdadeira amizade.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Cães, objetos ou membro da familia
Muitas famílias acabam simplesmente se “enjoando” de seus animais e os abandonam, como por exemplo o levam para um pet shop para um banho e tosa e os donos não voltam para pega-los, como foi o caso de dois Cockers e dois poodles que ficaram á espera de seus donos no pet shop Morde Cão. Para tentar coibir novos casos, loja tomou as seguintes providencias: o proprietário do cachorro tem que apresentar RG, CPF e comprovante de residência, para clientes sem cadastros.